Horário: A partir das 12h

 

Após o sucesso da primeira edição em 2022, o Sónar Lisboa volta em 2023 com 24 atuações anunciadas:
O primeiro anúncio vai para uma série de AV shows que definem as coordenadas da atual música de dança. A começar por Folamour, com a sua celebração eufórica da house music; passando por I Hate Models, com um espectáculo criado especialmente para o Sónar Lisboa, que percorrerá as vertentes mais viscerais e cinematográficas do techno; e Max Cooper, com uma actuação AV imersiva, tendo por base o seu mais recente álbum “Unspoken Words”.

Quanto a DJ sets, Mochakk, uma das estrelas mais cintilantes da actual house music; VTSS, com a sua mistura radical de trance, EBM, hardcore e pop music; Acid Pauli, exímio explorador da vertente mais cósmica, psicadélica e aventureira da música de dança; ou Or:la, com uma combinação única de UK bass, breakbeat, techno clássico e até um toque de deep house, marcarão certamente o Sónar Lisboa 2023.

Mas esta edição aposta também nos mais empolgantes live acts dos nossos dias. Destaque para KiNK, numa mistura dinâmica e energética entre o house e o techno; Héctor Oaks, com uma actuação especial assente na utilização de hardware onde o techno é rei e senhor; e WhoMadeWho, numa combinação de electrónica e jazz com o poder do rock.

Juntam-se ainda Cinthie, com a sua visão moderna do house clássico; DJ Nigga Fox, figura máxima da fusão entre a música da diáspora portuguesa e a electrónica contemporânea; e os Sensible Soccers, cujas melodias pop se constroem num convívio entre a electrónica e instrumentos orgânicos.

Os back-to-backs, voltam em força ao Sónar Lisboa, com actuações de Astra Club, o projecto de DJ Tennis e Carlita que deambula pelo lado mais emocional da música electrónica, e Violet b2b Photonz, dois artistas fundamentais da cena techno/ house underground portuguesa. De outras geografias chegam-nos SHERELLE b2b Kode9 e Skream b2b Mala, nomes incontornáveis da cena britânica, com DJ sets que por certo percorrerão o passado, presente e futuro da UK bass music.

Por fim, local heroes como Rui Vargas e en SungY, há longo tempo impulsionadores da música de dança no seu país, juntam-se a uma nova geração de artistas que têm vindo a dar cartas em clubes e festivais de referência, como é o caso de Catarina Silva, Francisca Urbano, Luisa, Shaka Lion e Vil.

 

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